
Tudo o que ela conhecia era aquilo, aquela parte do universo infinitamente pequena e insignificante. Um mundo confortável, ultimamente sem tv e sem computador, no qual a única diversão era assistir o microondas.
Mas a janela. Ah, a janela. Os morros, o céu, casas e aquela pequena parte dum portão onde morava o abraço diário.
Antigamente a proximidade distante, hoje a distância próxima. Elas poderiam se mudar e seguir caminhos diferentes, mas quando voltasse e por aquela janela visse aquele portão.. o mundo seria um lugar seguro. Seguro e cheio de lembranças, boas e ruins, como tudo deve ser.
Mas a janela. Ah, a janela. Os morros, o céu, casas e aquela pequena parte dum portão onde morava o abraço diário.
Antigamente a proximidade distante, hoje a distância próxima. Elas poderiam se mudar e seguir caminhos diferentes, mas quando voltasse e por aquela janela visse aquele portão.. o mundo seria um lugar seguro. Seguro e cheio de lembranças, boas e ruins, como tudo deve ser.
misto de ficção e realidade.
texto pra Ná :]
